Turismo em Nápoles: o centro histórico, patrimônio mundial da humanidade da UNESCO

Nápoles é mundialmente conhecida pela sua história, pelos pontos turísticos, pela música, pelo Vesúvio e, sobretudo, por ser a terra natal da pizza. No entanto, o que muita gente não sabe é que o centro histórico de Nápoles, patrimônio mundial da humanidade da UNESCO, é um dos mais antigos e mais bem conservados da Europa.

A área, de aproximadamente 981 hectares, abrange os bairros Avvocata, Montecalvario, San Giuseppe, Porto, Pendino, Mercato, Chiaia, San Ferdinando, Stella, San Carlo all’Arena, San Lorenzo, Vicarìa e partes das colinas de Vomero e Posillipo.
Turismo em Nápoles: o centro histórico, patrimônio mundial da humanidade da UNESCOUm pouco de história: Neapolis (nova cidade) foi fundada provavelmente pelos gregos no século VIII a.C. e conquistada pelos romanos no final do século IV a.C., no entanto, manteve laços culturais e linguísticos estreitos com a Grécia durante muito tempo.

Na primeira metade do século VI d.C. foi dominada pelo Império Bizantino até tornar-se um ducado independente em 763.

Os principais testemunhos dessa época são o castelo dell’Ovo, a igreja de San Giorgio Maggiore e as basílicas de Santa Restituta, de San Giovanni Maggiore e de San Gennaro.Turismo em Nápoles: o centro histórico, patrimônio mundial da humanidade da UNESCOTurismo em Nápoles: o centro histórico, patrimônio mundial da humanidade da UNESCOSob o comando da dinastia Angioino (1265-1442), a cidade expandiu-se e tornou-se símbolo de prestígio e dignidade. As basílicas de Santa Chiara e de San Lorenzo Maggiore, o castelo Nuovo, mais conhecido como Maschio Angioino, as igrejas San Domenico Maggiore, Santa Regina, Incoronata e o Duomo fazem parte desse período.Turismo em Nápoles: o centro histórico, patrimônio mundial da humanidade da UNESCOEm 1442, em meio a uma crise dinástica, foi subjugada pelo reino de Aragão e, em seguida, dominada pelos franceses (1495-1503).

Entre os anos de 1503 a 1734 foi governada por vice-reis espanhóis e austríacos que construíram o palácio Real na praça do Plebiscito, o convento de Sant’Agostino degli Scalzi e o colégio jesuíta de Capodimonte.Em 1734, Carlos de Bourbon assumiu o trono e implementou uma série de reformas na administração pública, no exército, na fiscalização e no comércio.

Durante o governo dos Bourbons, o teatro San Carlo foi inaugurado, o palácio de Capodimonte, o palácio Fuga e o Foro Carolino na praça Dante começaram a ser construídos e o museu arqueológico foi reestruturado.
Com o estabelecimento do tratado de Viena em 1738, a Espanha garantiu a posse de Nápoles até a chegada de Napoleão em 1806.

Em 1805, Nápoles foi dominada pelos franceses por um período de 10 anos. A dinastia dos Bourbons reassumiu o controle em 1815, mas foi derrubada pelo exército de Garibaldi em 1860.

Nápoles passou a fazer parte do Reino da Sardenha em 1860 e, no ano seguinte, ao Reino da Itália.

Os destaques do século XIX são a vila Pignatelli, que começou a ser construída em 1826, e a certosa de San Martino declarada como monumento nacional em 1866.Ainda sem hotel? Faça a sua reserva para Milão ou qualquer outra cidade do mundo por aqui.
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1 Resultado

  1. 22/07/2015

    […] do sul da Itália: boa comida, belezas naturais, clima ameno, calor humano e caos. É uma das cidades mais antigas da Europa e uma das cidades portuárias mais importantes do Mediterrâneo, destacando-se pela sua arquitetura […]

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