Os principais palácios de Milão

Os principais palácios de Milão
by · 24/05/2014

Antes de fazer o elenco dos principais palácios de Milão, recorri ao dicionário: significado de palácios.m. Residência dos chefes de Estado, de um rei, ou de uma pessoa nobre. / P. ext. Residência grande e suntuosa./ Sede dos tribunais ou das câmaras: Palácio da Justiça

Sabe por que eu fui buscar o significado de palácio no dicionário? Porque numa dessas minhas caminhadas para tirar fotos de Milão, constava na minha listinha o Grattacielo Pirelli. Era um domingo e eu havia estacionado o carro a menos de 200 metros do dito palácio. Desci do carro e comecei a caminhar, olhando para o alto, em direção ao arranha-céu, à espera de um edifício belíssimo. Detalhe: eu ainda não tinha visto nenhuma foto do prédio. Parei de olhar para cima e dei de cara com a Stazione Centrale que é linda. Pensei: se eu não encontrar o Grattacielo, tudo bem, já ganhei o dia. Resolvi tirar o celular da bolsa e googlar imagens do Grattacielo Pirelli. Quando vi o famoso palácio, fiquei desiludida. Minhas expectativas eram altas demais para um simples prédio alto.

Enfim, em Milão há inúmeros palácios belíssimos que pertenceram a famílias nobres, assim como edifícios de grandes dimensões onde estão instalados determinados serviços do poder executivo, judicial e legislativo como o Grattacielo Pirelli, o Palazzo dei Giureconsulti, o Palazzo del Senato, o Palazzo della Ragione, o Palazzo di Giustizia, o Palazzo Lombardia, o Palazzo Marino e o Palazzo Mezzanotte.

Num trajeto com menos de 700 metros você poderá conhecer alguns palácios localizados no centro histórico: ponto de partida no Palazzo dei Giureconsulti em frente ao Palazzo della Ragione na Piazza dei Mercanti, passando pelo Arengario e pelo Palazzo Reale, prosseguindo com o Palazzo Clerici na via Clerici e o Palazzo Marino na Piazza della Scala e finalizando com a Casa degli Omenoni, a Casa di Alessandro Manzoni e o Palazzo Belgioioso.

1 – Arengario
A construção do palácio, projetado para dar maior monumentalidade à praça do Duomo, remonta aos anos 30, ao processo de renovação urbanística do centro de Milão do regime fascista.
O Arengario é sede do museu Novecento.

Os-principais-palácios-de-Milão---Turismo-na-Itália---O-ArengarioEndereço: Via Marconi, 1.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

2 – Palazzo Reale (Palácio Real)
Antigo palácio ducal do século XIV, foi restaurado por Piermarini em 1773. A construção sóbria e austera, inaugura o estilo neoclássico em Milão. É uma das sedes expositivas mais importantes da cidade.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-O-Palácio-Real-de-MilãoEndereço: Piazza del Duomo, 12.
Metrô: linhas amarela e vermelha, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

3 – Palazzo di Brera (Palácio de Brera)
O palácio de Brera, projetado em 1572, é sede da Pinacoteca de Brera, da Biblioteca Nacional Braidense, do Observatório Astronômico, do Jardim Botânico, do Instituto Lombardo de Ciências e Letras e da prestigiosa Academia de Belas Artes.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-de-BreraEndereço: Via Brera, 28.
Metrô: linhas verde e amarela, estações Lanza e Montenapoleone.
Zona 1: Brera

4 – Casa degli Omenoni
O termo omenoni significa grandes homens. Oito estátuas de omenoni caracterizam a fachada sóbria dessa elegante residência típica do final do século XVI.
O palácio pertencia a Leone Leoni, escultor de Carlos V.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Casa-degli-Omenoni-de-MilãoEndereço: Via degli Omenoni, 3.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

5 – Casa di Alessandro Manzoni
A casa foi comprada pelo escritor em outubro de 1813.
A fachada neorrenascentista de tijolos aparentes, inspirada na arquitetura renascentista lombarda, foi projetada pelo arquiteto Andrea Boni entre os anos de 1962 e 1963.
Casa-Alessandro-ManzoniEndereço: Via Gerolamo Morane, 1.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

6 – Casa Fontana Silvestri
A casa Fontana Silvestri, construída pela família Fontana no final do século XV, é um dos poucos exemplares milaneses de palácios renascentistas.
O ápice do estilo renascentista estava na decoração da fachada com afrescos, hoje praticamente apagados, que escondiam algumas assimetrias e deixavam o edifício mais pomposo.

Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Casa-Fontana-Silvestri-em-MilãoEndereço: Corso Venezia, 10.
Metrô: linha amarela, estação San Babila.
Zona 1: Centro Storico

7 – Grattacielo Pirelli (Arranha-céu Pirelli)
O arranha-céu de 127 metros foi projetado por Gio Ponti e Pier Luigi Nervi em 1950.
A obra arquitetônica representa o Razionalismo italiano.
Originalmente foi construído para abrigar os escritórios da Pirelli.
Em 1978 foi adquirido pelo estado da Lombardia.
Em 2002 foi atingido por um pequeno avião de turismo.
No 26º andar do prédio encontra-se um memorial em homenagem às vitimas.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Arranha-céu-Pirelli-em-MilãoEndereço: Piazza Duca d’Aosta, 4.
Metrô: linhas verde e amarela, estação Centrale.
Zona 2: Stazione Centrale

8 – Palazzo Bagatti Valsecchi (Palácio Bagatti Valsecchi)
O palácio neorrenascentista, comprado pelos irmãos Fausto e Giuseppe em 1883, foi reestruturado no final do século XIX, tendo como inspiração os palácios renascentistas milaneses do século XVI. Abriga o museu Bagatti Valsecchi.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-Bagatti-ValsecchiEndereço: Via Gesù, 5.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estações San Babila e Montenapoleone.
Zona 1: Centro Storico

9 – Palazzo Belgioioso (Palácio Belgioioso)
A  obra neoclássica de Piermarini, construída entre os anos de 1772 a 1781 e inspirada no modelo do Palácio Real de Caserta de Luigi Vanvitelli, é considerada um dos tesouros arquitetônicos da cidade.

Endereço: Piazza Belgioioso, 1
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo e San Babila.
Zona 1: Centro Storico

10 –Palazzo Borromeo (Palácio Borromeo)
O palácio Borromeo é um dos exemplos mais importantes da arquitetura gótica da cidade.
No início do século XV, funcionava como uma pequena cidade: um núcleo principal ao qual foi agregado tribunais inferiores, escritórios, lojas, casas para os hóspedes e habitações modestas para os funcionários.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-BorromeoEndereço: Piazza Borromeo, 7.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

11 – Palazzo Castiglioni (Palácio Castiglioni)
O palácio, projetado pelo arquiteto Giuseppe Sommaruga e construído entre os anos de 1901 e 1904, é o exemplo mais importante do estilo Liberty milanês.
Considerado original e bizarro para a época, a presença de duas enormes estátuas femininas seminuas causou tanta confusão que o arquiteto foi obrigado a substituí-las por uma decoração floral.
As estátuas da discórdia foram colocadas no jardim da Casa di cura Columbus, projetada por Sommaruga, na via Buonarroti.

Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-Castiglioni-em-MilãoEndereço: Corso Venezia, 47.
Metrô: linha vermelha, estação Palestro.
Zona 3: Porta Venezia

12 – Palazzo Clerici (Palácio Clerici)
O palácio, propriedade da histórica família Visconti e comprado pela família Clerici em 1613, apresenta uma longa fachada, relativamente sóbria, que contrasta com a riqueza da decoração interna.

Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-Clerici-MilãoEndereço: Via Clerici, 5.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estações Cordusio e Duomo.
Zona 1: Centro Storico

13 – Palazzo dei Giureconsulti
A construção do palácio começou em 1562 e foi desenvolvida ao redor da torre de Broletto.
Originalmente, a fachada do prédio, marcada pela harmonia renascentista, fechava um dos quatro lados que formam a Piazza dei Mercanti.
Do prédio construído no século XVI, conserva apenas o nome, sofreu inúmeras mudanças ao longo dos séculos.
Atualmente, é sede da Câmera do Comércio.

Endereço: Piazza dei Mercanti, 2.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

14 – Palazzo del Senato (Palácio do Senado)
O palácio barroco, construído no século XVII, foi sede do governo austríaco no final do século XVIII e sede do senado durante a era napoleônica.
Atualmente, abriga o Arquivo do Estado.
Em frente ao prédio, destaca-se uma escultura de bronze feita pelo artista Joan Mirò.

Palácio do SenadoEndereço: Via Senato, 10.
Metrô: linha vermelha, estações San Babila e Palestro.
Zona 1: Centro Storico

15 – Palazzo della Ragione (Palácio da Razão)
Também conhecido como Broletto Nuovo, o palácio é um dos símbolos mais autênticos do período medieval lombardo.
Foi edificado em 1233 e alojou os escritórios do município até 1789.
Tem uma única sala majestosa: a sala della Ragione. Em frente, encontra-se a Loggia degli Osii (1316), onde os juízes anunciavam os decretos e as sentenças.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-da-Razão-de-MilãoEndereço: Piazza dei Mercanti, 1.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estações Duomo e Cordúsio.
Zona 1: Centro Storico

16 – Palazzo delle Stelline (Palácio das estrelinhas)
O palácio, construído no século XVI, é ponto de referência na vida cultural e congressual da cidade.
Antigo Ospedale dei mendicanti (hospital dos mendigos), converteu-se no principal orfanato feminino de Milão.
O termo stella (estrela), utilizado para referir-se a uma menina, permaneceu por muito tempo na fala milanesa.
O complexo engloba um importante centro de congressos e os museus Martinitt e Stelline, que conservam a documentação dos orfanatos.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-das-estrelinhas-de-MilãoEndereço: Corso Magenta, 61.
Metrô: linhas vermelha e verde, estações Conciliazione e Cadorna.
Zona 7: Porta Magenta

17 – Palazzo di Giustizia (Palácio de Justiça)
O imponente palácio de Piacentini e Rapisardi (1932-1940) atendeu às exigências de monumentalidade do regime fascista: 1200 compartimentos e 65 salas distribuídos em quatro andares ao redor de um grandioso pátio.

Palacio di GiustiziaEndereço: Corso di Porta Vittoria, 20.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estações San Babila e Crocetta.
Zona 4: Porta Vittoria

18 – Palazzo Dugnani (Palácio Dugnani)
O edifício, construído no século XVII e restaurado no século XVIII, foi um dos mais célebres palácios entre os anos de 1758 e 1846.
A entrada é pela rua Daniele Manin, mas a bela fachada pode ser admirada do jardim Indro Montanelli.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-Dugnani-em-MilãoEndereço: Via Daniele Manin, 2.
Metrô: linha vermelha, estações Porta Venezia e Palestro.
Zona 3: Porta Venezia

19 –Palazzo Litta (Palácio Litta)
O palácio, sede do teatro Litta, é um dos monumentos barrocos mais importantes de Milão.
Construído em 1648 por Francesco Maria Richini, tem uma bela fachada rococó e um esplendoroso pátio.

Palacio Litta MilãoEndereço: Corso Magenta, 24.
Metrô: linhas verde e vermelha, estação Cadorna.
Zona 1: Centro Storico

20 – Palazzo Lombardia (Palácio Lombardia)
Com 161,30 metros, foi eleito como o melhor arranha-céu da Europa pelo CTBUH Council of Tall Buildings and Urban Habitats de Chicago em função do projeto inovador, do design e da sustentabilidade.
No alto da torre tem uma estátua da Madonnina em tamanho menor do que a original do Duomo.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-LombardiaEndereço: Via Melchiore Gioa, 24.
Metrô: linha verde, estação Gioia.
Zona 9: Centro Direzionale

21 – Palazzo Marino (Palácio Marino)
A obra com traços Liberty, Neoclássicos e Renascentistas, projetada pelo arquiteto Galeazzo Alessi, começou a ser construída em 1558.
Sede do município desde 1861, é o único palácio da cidade com 4 fachadas.
No Palazzo Marino nasceu a freira de Monza da obra Os noivos (I Promessi Sposi)  de Alessandro Manzoni.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-MarinoEndereço: Piazza della Scala, 2.
Metrô: linhas amarela e vermelha, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

22 – Palazzo Mezzanotte (Palácio Mezzanotte)
O prédio da Bolsa de Valores de Milão, projetado pelo arquiteto Paolo Mezzanotte, começou a ser construído em 1932.
A sede da Bolsa, com sua imponente fachada de 36 metros, tornou-se um dos símbolos arquitetônicos do fascismo.
A fachada do palácio foi feita com blocos de travertino e no alto do prédio, as esculturas de Leone Lodi e Gemignano Cibau representam os Quatro Elementos, alegoria da prosperidade econômica. As laterais, alternando blocos de travertino e tijolos, apresentam vestígios do Teatro Romano.
O resultado final é um palácio monumental que remete ao Razionalismo e à arquitetura clássica.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Palácio-Mezzanotte-em-MilãoEndereço: Piazza degli Affari, 6.
Metrô: linhas amarela e vermelha, estação Duomo.
Zona 1: Centro Storico

23 – Torre Velasca
Foi projeta pelo Studio BBPR e construída entre 1956 e 1957 em uma área no centro de Milão, que havia sido destruída pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial.
Em função de sua arquitetura singular tornou-se um dos símbolos mais conhecidos da paisagem milanesa.
Representa o Razionalismo italiano, conecta-se ao Neoliberty e ao Brutalismo.
Os-principais-palácios-de-Milão-Turismo-na-Itália-Torre-Velasca-de-MilãoEndereço: Piazza Velasca, 5.
Metrô: linhas amarela e vermelha, estações Duomo e Missori.
Zona 1: Centro Storico

24 – Villa Necchi Campiglio
Obra do arquiteto milanês Portaluppi (1932-1935), a casa-museu é um marco do racionalismo na arquitetura moderna.
Desde de 2001 é propriedade da FAI, Fondo per l’Ambiente Italiano.
Villa-Necchi-Campiglio-MilaoEndereço: Via Mozart, 14.
Metrô: linha vermelha, estação Palestro.
Zona 3: Porta Venezia

25 – Villa Belgiojoso Bonaparte ou Villa Reale
É um belo exemplo da arquitetura neoclássica milanesa.
A residência do diplomata Ludovico Barbiano di Belgiojoso foi projetada por Leopold Pollack em 1790.
Na época da Restauração europeia, tornou-se o refúgio de Enrico di Bellegarde.
Foi habitada pelos franceses Napoleão III e Vaillant.
Atualmente, abriga a Galeria de Arte Moderna.

Vila Real

Endereço: Via Palestro, 16.
Metrô: linha vermelha, estação Palestro.
Zona 3: Palestro

26 – Palazzo Arcivescovile (Palácio Arcivescovile)

O palácio neoclássico, construído em 1170, reestruturado no século XV e reformado no século XVI, ainda conserva alguns traços góticos.
O portal monumental, o pátio interno e a capela foram projetados por Pellegrino Tibaldi.
A fachada foi modificada no século XVIII por Giuseppe Piermarini.

Palazzo ArcivescovileEndereço: Piazza Fontana, 2.
Zona 1: Centro Storico.
Metrô: linhas vermelha e amarela, estação Duomo.

27 – Palazzo Serbelloni (Palácio Serbelloni)
Prestigioso exemplo de casa aristocrática milanesa foi projetado pelo arquiteto Simone Cantoni em 1793.
O palácio, célebre pelos hóspedes ilustres como Napoleão (1796), Metternich (1838) e Vittorio Emanuele II (1859), antecipa muitos elementos arquitetônicos e estilísticos próprios da fase madura do neoclassicismo.

Palazzo-Serbelloni-milaoEndereço: Corso Venezia, 16.
Metrô: linha amarela, estação San Babila.
Zona 3: Porta Venezia

28 – Palazzo Bovara (Palácio Bovara)
O palácio neoclássico foi projetado pelo arquiteto Carlo Felice Soave para o conde Giovanni Bovara em 1787.
Durante a República Cisalpina (1797-1802) foi sede da embaixada francesa e de junho a outubro de 1800, hospedou o escritor Stendhal.

Palazzo-Bovara-milaoEndereço: Corso Venezia, 51.
Metrô: linha vermelha, estação Palestro.
Zona 3: Porta Venezia

29 – Palazzo Saporiti (Palácio Saporiti)
Projetado em 1812 por Giovanni Perego, cenógrafo do teatro Scala, é um dos melhores exemplos de palácio neoclássico em Milão.
Como bem lembra Alessandro Manzoni na obra Os noivos (I promessi sposi), o edifício foi construído numa área que antes pertencia a um convento de frades capuchinhos.
Os destaques ficam por conta da fachada majestosa, o pátio e o salão de baile, decorado com estuque e afrescos.

O que fazer em Milão sem pagar nada - Palácio SaporitiEndereço: Corso Venezia, 40.
Metrô: linha vermelha, estação Palestro.
Zona 3: Porta Venezia

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Autor: Simone Betoni

2 Comentários

  1. Carlos M. Manzoni de Oliveira disse:

    Gosto demais dessas tradições. Casas antigas e museus. Sou descendente de Alessandro Manzoni.

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