O que fazer em Bologna Itália

by · 15/02/2017

Com quase 400.000 habitantes, Bolonha é a principal cidade da Emília-Romanha e é conhecida pelas torres, pelos pórticos e pela animada vida noturna, movimentada, em grande parte, pelos estudantes universitários.

Como ir de Milão a Bolonha: de Milão a Bolonha de carro são, aproximadamente, 220 quilômetros e € 15 de pedágio.
Os bilhetes de trem custam entre € 9 e € 40 (ida), dependendo da antecedência com que forem comprados, e o trajeto dura pouco mais de uma hora.

O que fazer em Bolonha: dá para conhecer a cidade em um dia, os principais pontos turísticos de Bolonha ficam ao redor da piazza Maggiore, onde estão localizados os palácios Re Enzo e Podestà, construídos contemporaneamente no final do século XIII; a basílica de San Petronio, que é a catedral da cidade; a biblioteca Salaborsa e o palácio d’Accursio, que é sede do município e abriga o museu Collezioni comunali d’Arte.
A basílica de San Petronio começou a ser construída em 1390 e, durante o período de reformas em 1514, foi projetada para ser maior do que a igreja de San Pietro em Roma. Reza a lenda que o projeto foi barrado pelo papa Pio IV, no entanto, apesar de não ser a maior igreja da Itália, tem a maior meridiana do mundo.
Na continuação da piazza Maggiore, está um dos principais símbolos da cidade: a fonte de Nettuno, obra do escultor Giambologna.
Bolonha é conhecida por ser uma cidade universitária, o que muita gente não sabe, é que a universidade mais antiga da Europa, foi construída ali em 1088 no palácio Archiginnasio.
Além da praça Maggiore, outras três praças que valem a pena conhecer são a praça santo Stefano, a praça San Domenico e a praça Minghetti.
Ao lado da praça Minghetti, fica a charmosa galeria Cavour com lojas da Hermès, Louis Vuitton, Bottega Veneta, Prada, Gucci, Michael Kors, Yves Saint Laurent, Emporio Armani e Tiffany, entre outras.
Os inúmeros pórticos de Bolonha são candidatos a patrimônio da humanidade da UNESCO e dão um toque único à cidade com seus jogos de luzes, sombras e perspectivas arquitetônicas.
Bolonha tem mais de 20 torres, as mais conhecidas são a torre degli Asinelli, que começou a ser construída em 1109 e tem mais de 97 metros de altura, e a torre Garisenda, que fica ao lado da torre degli Asinelli.
Para visitar a torre degli Asinelli é só pagar € 3 e ter fôlego para subir os 498 degraus. A vista lá de cima compensa.
Saindo das duas torres em direção ao canal de Reno, a atração é o antigo gueto hebraico, que conta a história de uma comunidade obrigada a viver numa região isolada a partir de 1556.

Os hebreus viveram em Bolonha até 1569, quando foram expulsos pela primeira vez. Em 1586, tiveram a permissão de voltar. Em 1593, foram definitivamente expulsos: mais de 900 pessoas tiveram que abandonar a cidade e, por mais de dois séculos, foram proibidos de voltar.
O canal de Reno, revela uma outra curiosidade: assim como Veneza, Bolonha estendia-se ao longo de canais e, no século XIII, era a quinta cidade mais populosa da Europa e o maior centro têxtil da Itália.

Durante séculos, a água foi a grande responsável por alimentar a indústria manufatureira e comercial e os moinhos de seda, o que promoveu o desenvolvimento econômico da cidade.

Praticamente todos os canais foram aterrados, sobrou apenas o canal de Reno, que dá um toque veneziano à Bolonha.
Para finalizar, a dica é o Quadrilátero de Bolonha, onde durante o dia funciona uma feira de rua e, à noite, é o lugar ideal para fazer um aperitivo e para jantar.
Pratos típicos de Bolonha: o famoso espaguete à bolonhesa no Brasil, é na verdade, uma releitura do tradicional tagliatelle al ragù.
Também vale a pena experimentar a tigella (pãozinho típico), a crescentina (pastel frito sem recheio para acompanhar os queijos, presuntos, salames e a mortadela), a mortadela e o raviole (doce de massa podre recheado com geleia de mostarda).
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